
A cada curva da estrada repenso meu caminho. Adentro pelos processos responsáveis pela consciência, onde se incluem memória, conhecimento e percepção. Saio do coma, do cotidiano hediondo, dos sulcos do tempo perdido. Imagino as ondas quebrando nos meus pés mesmo estando deitado em minha cama. O mar se espalhando pela areia da praia e a luz da lua refletindo nelas um brilho de vidro anoitecido.
Sigo meu caminho não como se não tivesse nada a perder, mas como se tivesse tudo a ganhar. Minha cabeça não é só uma máquina de pensamentos, ou ás vezes pesada demais que parece ser difícil equilibrá-la em meu corpo. Na minha cabeça fico analisando o meu estado de ser e o mundo que me cerca, me sufoca e me ilha.
“E se eu pudesse entrar na sua vida?”
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