domingo, 27 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
porpetaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
sábado, 12 de janeiro de 2008
Não सी!

De onde eu saí e onde cheguei?
Não sei.
Acho que sei, de onde sai.
Onde cheguei... a lugar nenhum?
Das espécies, a pior: aquela que tem ciência de si e, ainda assim, é vivida.
Agente passivo.
Do avesso.
Sempre? Pra sempre?
Alguma coisa sacode, sacode, tira tudo do lugar...
e ainda assim, está tudo "na mesma".
"Hoje eu quero sair só"
Pq sempre acompanhada?
Vazio?
Não adianta, nega..
Ele não enche.
Não entende? Esta sempre foi a melhor parte.
Não é mais.
Não é?
Como não?
Não sei, a resposta é instintiva.
Instinto?
Diálogo?
Vazio?
de si, só de si...
"...É como um dos fios telegráficos da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas.
De vez em quando chega uma, e pousa.
Outra, nem isso...
A última que passou limitou-se a fazer cocô!
No meu pobre fio de vida...
Mas o meu amor continua o mesmo
As andorinhas é que mudam."
O problema é este. (?)
Os burros apontam problemas, os inteligentes a solução?
Os burros não apontam, eles não vêem.
E os inteligentes, solucionam?
Ih, fiquei de fora.
Mais uma vez.
Querendo acreditar nisso...repito todo dia...

Nunca é tarde, não, nunca.
Segundas chances nos são dadas todo o tempo.
Até a hora da morte, que como disse Bandeira, o mestre, é o fim de todos os milagres.
Até a hora do fim há esperança.
Como nos filmes piegas de Hollywood. Filmes com crianças e cachorros. Filmes de redenção.
Creio que sempre é tempo para as coisas novas.
Antes você teve medo, antes você era covarde, muito jovem, muito pobre, sem juízo. Antes você não tinha algo, ou algo sobrava. Antes você era outra pessoa. Agora você é a pessoa que você deveria ter sido.
Agora é a sua chance. Há tempo.
De aprender a ler. Largar o vicio. Emagrecer. Começar os exercícios. Largar o açúcar.
Ainda é tempo de coisas difíceis. De pedir desculpas. De ajudar. De pedir ajuda.
Ainda é tempo de amar. De ter filhos. De estudar.
De ser bom. De ser melhor.
Ainda é tempo de chorar. De perder.
De mudar de idéia.
Pra que ser igual sempre? Ser o que você era? Estático.
Temos que evoluir. Nós temos tempo.
Enquanto houver vida.
/(",)\
./♥\.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Começando 2008

Algumas vezes perdemos um tempo enorme, horas.... comparando isso ou aquilo. Aprendi desde pequena a não comparar nada, principalmente a mim mesma com uma outra pessoa... é negação e frustração na certa! rsrs Eu sou eu e pronto!!! sou assim e pronto também !!!! rsrsrs Primeiro porque pessimistas que somos < algumas vezes >, vemos logo o acerto, a perfeição, a qualidade no outro . Isso quando comparamos. Pois quando o assunto é indulgência... eles < os outros > erram sempre e nossa opinião sempre está certa , prevalencendo nossa arrogência e orgulho. Em alguns casos também é mais fácil ver a virtude no outro do que em nós mesmos, tudo que fazemos pode dar errado, as perguntas < será??? e se ???? tomam conta de nossa mente parecendo flocos de neve no inverno... Porque será que temos tão pouco crédito em nós mesmos ??? Porque ter dúvida quando desejamos algo, quando realmente queremos algo??. Mas, uma coisa é certa... se tiver que acontecer vai acontecer... E os valores que estão contidos no contexto " se tiver que acontecer..." com certeza fazem ou irão fazer parte de nossas histórias, de nosso livro de experiências e degustações.... De uma coisa podemos ter plena e total certeza... essa vida aqui, nesse planeta lindo e maravilhoso chamado Terra é única, ímpar, pessoal e intransferivel.... ela é minha, ela é sua.... mas cada um vive a sua vida como quer e faz por merecer... isso é bonito, lindo e muito cruel ao mesmo tempo eu sei... mas é a vida e é assim. Porque complicar ? dificultar ??? desistir ??? chorar ??? tudo bem é certo, normal e preciso algumas vezes e quando são as dores da alma , de perda fisica e temporária... O que não quer dizer que somos feitos de aços, de ferros desalmados e sem corações... ao contrário.. Nossa fé é alicerce, a esperança é argamassa e o amor a mola mestra... o guia puro e verdadeiro... Assim, quando amamos de verdade alguém, não dói saber que ele ou ela não nos ama como queremos... simplesmente porque o amor não espera.... ele age! ele faz ! ele acontece! ele é e pronto! Quando amamos ... amamos primeiro a essência única , que não existe outra igual.... o nosso eu. Assim dói menos quando aquela dorzinha da desilusão toma conta de nosso coração... Pense nisso e ame, pura e simplesmente... Pé no chão e muita paz no coração... e nada de comparação.... rsrsr
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Enzensberger

WEITERE GRÜNDE DAFÜR,
DAS DIE DICHTER LÜGEN
Weil der Augenblick,
in dem das Wort GLÜCKLICH
ausgesprochen wird,
niemals der glückliche Augenblick ist.
Weil der Verdustende seinen Durst
nicht über die Lippen bringt.
Weil im Munde der ARBEITERKLASSE
das Wort Arbeiterklasse nicht vorkommt.
Weil, wer verzweifelt,
nicht Lust hat, zu sagen:
"Ich bin ein Verzweifelnder".
Weil Orgasmus und ORGASMUS
nicht miteinander vereinbar sind.
Weil der Sterbende, statt zu behaupten;
"Ich sterbe jetzt",
nur ein mattes Geräush vernehmen lässt,
das wir nicht verstehen.
Weil es die Lebenden sind,
die den Toten in den Ohren liegen
mit ihren Schreckensnachrichten.
Weil die Wörter zu spät kommen,
oder zu früh.
Weil es also ein anderer ist,
immer ein anderer,
der da redet,
und weil der,
von dem da die Rede ist,
schweigt.
POR QUE OS POETAS MENTEM:
MOTIVOS ADICIONAIS
Porque o momento em que a palavra FELIZ
é dita
nunca é o momento da felicidade.
Porque os lábios do sedento
não verbalizam sua sede.
Porque PROLETARIADO é uma palavra
que não passa pela boca do proletariado.
Porque a vítima do desespero
não tem vontade de dizer:
"Estou desesperado".
Porque orgasmo e ORGASMO
estão a mundos de distância.
Porque o moribundo,
em vez de anunciar
"estou morrendo", estertora apenas
um gemido baixo
e, para nós, incompreensível.
Porque são os vivos
que enchem o ouvido dos mortos
com suas notícias atrozes.
Porque as palavras sempre chegam
tarde demais ou demasiado cedo.
Porque é um outro,
sempre outro,
quem fala
e porque aquele de quem se fala
silencia.
(tradução de Nelson Ascher)
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